Quando a mordida compromete: caso de perda molar e reabilitação provisória
- Identificação precoce de padrões oclusais destrutivos
- Consequências clínicas da falta de intervenção
- Conduta adotada diante da perda por fratura
- Uso de prótese provisória com apoio em dentes restaurados
- Importância da filosofia preventiva e planejada
Prevenir complicações é parte do cuidado
Desde 1998, a filosofia da clínica é clara: identificar padrões dentários e esqueletais potencialmente destrutivos ainda em estágios iniciais e agir preventivamente. Isso é especialmente relevante quando o paciente chega à idade adulta com alterações oclusais acentuadas que colocam em risco a longevidade dos dentes.
O caso: perda de molar e necessidade de reabilitação provisória
O paciente apresentava um padrão de mordida que favoreceu desgastes, tensões e instabilidade funcional. Um dos primeiros molares já havia sido perdido por fratura. Ao redor, vários elementos já tinham restaurações extensas, o que nos permitiu utilizá-los como apoio para uma prótese provisória.
Conduta adotada
A prótese foi planejada para permanecer de 4 a 6 meses, tempo em que avaliamos adaptação, distribuímos melhor as cargas mastigatórias e estabilizamos a oclusão, antes da reabilitação definitiva. Essa abordagem respeita os tempos biológicos e favorece o sucesso do tratamento a longo prazo.
Filosofia consolidada
Esse caso reforça o motivo de trabalharmos com prevenção desde o início: muitos problemas são evitáveis com diagnóstico precoce. Quando isso não ocorre, o plano precisa ser ainda mais cuidadoso, especialmente para restaurar função e proteger o que ainda pode ser preservado.
Resumo
- Padrões oclusais destrutivos podem causar fraturas e perdas
- Filosofia da clínica desde 1998 é atuar de forma preventiva
- Prótese provisória com apoio em dentes restaurados foi usada
- Tempo estimado de uso: 4 a 6 meses antes da reabilitação definitiva
- Planejamento cuidadoso reduz riscos e protege função remanescente



